• Biblioteca Irene Lisboa

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  • Exterior da Biblioteca Irene Lisboa

  • Edifício Irene Lisboa


Na Hora do Conto, no 1.º ciclo, explorámos a obra Estranhões & Bizarrocos.. A leitura deu lugar à conversa, à observação atenta das personagens e, sobretudo, à descoberta das diferenças entre estranhões e bizarrocos — distinção que os alunos conseguiram compreender com  clareza e criatividade.

Depois da leitura, seguiu-se a  produção dos próprios seres.  Entre estranhões improváveis e bizarrocos absolutamente originais, os alunos deram largas à imaginação, combinando formas, expressões e características inesperadas. Cada criação refletiu não só a compreensão da obra, mas também a liberdade criativa e o prazer de inventar.

Esta atividade revelou-se um excelente exercício de leitura, interpretação e expressão criativa, reforçando o papel da biblioteca como espaço de descoberta, imaginação e partilha. Os estranhões e bizarrocos continuam agora a habitar a imaginação dos leitores mais novos. 

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Uma manhã de descobertas sobre  media e inteligência artificial

Ontem, a nossa biblioteca recebeu o Sr. Jornalista Manuel Molinos, do Jornal de Notícias, para uma sessão dedicada à literacia mediática. A atividade envolveu alunos, professores e interessados em compreender melhor o universo das notícias, a influência da inteligência artificial e os riscos das fake news.

Durante a sessão, Manuel Molinos explicou de forma clara e acessível como identificar informações falsas, os critérios de credibilidade das notícias e o papel da tecnologia na criação de conteúdos. Os participantes tiveram a oportunidade de refletir sobre como a inteligência artificial pode tanto auxiliar na divulgação de informação confiável como ser usada para manipular dados e notícias.

A atividade despertou curiosidade e motivou perguntas sobre situações do dia a dia em que somos confrontados com informação digital. Foi um momento de aprendizagem prática e crítica, reforçando a importância de desenvolvermos pensamento crítico perante os media.

Agradecemos ao Sr. Jornalista Manuel Molinos pela partilha de conhecimentos e pelo entusiasmo com que conduziu a sessão. Este tipo de iniciativa reforça o compromisso da nossa biblioteca em formar leitores e cidadãos críticos, capazes de navegar de forma consciente no mundo da informação.

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 O Dia Escolar da Não Violência e da Paz


No âmbito das atividades de articulação da biblioteca com a disciplina de educação para a cidadania, a nossa escola recebeu um voluntário da Amnistia Internacional para uma sessão dedicada aos direitos humanos e à violência escolar. 

Falou-se de respeito, de dignidade, de igualdade e do direito de cada pessoa se sentir segura, também dentro da escola. O voluntário soube ouvir, provocar reflexão e criar um espaço de diálogo verdadeiro, onde ninguém teve medo de falar. O ambiente foi descontraído, mas sério no que importava: perceber que pequenas atitudes podem fazer grande diferença na forma como tratamos os outros.

No final, ficou a sensação clara de que a mensagem passou. Os alunos gostaram, sentiram-se envolvidos e saíram da sessão mais atentos ao que significa ser cidadão, respeitar e ser respeitado.


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Webinar da REB sobre a poesia de Camões e as representações femininas que assumem protagonismo nos seus versos.

 

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Se leste Ulisses…, talvez gostes de…

No 2.º período e  no âmbito da planificação de Português, os alunos de 6º ano  trabalharam a obra Ulisses e os temas da aventura, da viagem e do herói. A Biblioteca Escolar associou-se a este percurso com a atividade “Se leste Ulisses…, talvez gostes de…”, pensada não para repetir a aula de Português, mas para prolongar a leitura no espaço da biblioteca.

Depois da leitura orientada em sala de aula, os alunos vieram à Biblioteca para descobrir outros livros que dialogam com o universo de Ulisses: histórias de viagens, desafios, heróis, fantasia e crescimento. A partir do fundo documental existente, cada aluno  escolheu um livro e preencheu um cartão de recomendação, completando a frase:

“Este livro pode interessar a quem gostou de Ulisses porque…”

Os cartões foram colocados nos próprios livros, transformando os alunos em mediadores de leitura: leitores que falam para outros leitores.

Esta atividade articula-se diretamente com a planificação de Português, ao partir da obra estudada, mas assume uma identidade clara de Biblioteca pois promove a escolha autónoma, a circulação de livros, a recomendação entre pares e a relação afetiva com o acervo.

Finalmente, esta atividade está  em plena consonância com o Referencial Aprender com a Biblioteca Escolar, ao trabalhar:

  • literacia da leitura, através da escolha informada e do contacto direto com os livros;

  • A criação de comunidades de leitores, onde os alunos partilham gostos e sugestões;

  • A Biblioteca como espaço de descoberta, fruição e autonomia.

Mais do que “trabalhar” um livro, a ideia foi simples: mostrar que, quando uma história nos marca, ela pode ser o início de muitas outras.

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Direitos das Crianças: ler o mundo para o compreender

Com as turmas do 9.º ano, a Biblioteca Escolar associou-se à disciplina de Cidadania e Desenvolvimento para dar voz a realidades que, embora distantes geograficamente, dizem respeito a todos nós: os atentados aos direitos das crianças em diferentes partes do mundo.

A partir de temas como o casamento precoce, as crianças-soldado, a mutilação genital feminina ou o trabalho infantil, os alunos foram convidados a investigar países e contextos onde estes direitos continuam a ser negados. Leram, pesquisaram, questionaram e refletiram.

Planificada segundo o referencial Aprender com a Biblioteca Escolar, a atividade colocou a leitura no centro da aprendizagem: ler para compreender, para interpretar a informação e para construir uma visão crítica sobre o mundo.

Entre dados, histórias reais e debate, ficou claro que a leitura também é um ato de cidadania. A Biblioteca Escolar reafirma-se, assim, como um espaço onde se aprende a pensar, a sentir e a agir de forma mais consciente e solidária.

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Último dia de aulas antes das férias de Natal

No último dia de aulas antes das férias de Natal, a Biblioteca Escolar, em parceria com a Professora Palmira Martins, apresentou à comunidade educativa uma pequena peça de teatro baseada no texto O Freguês Caloteiro, da obra Robertices, de Luísa Dacosta.

A dramatização trouxe à cena o humor e a vivacidade da escrita da autora, envolvendo alunos e público num momento de partilha, leitura e expressão artística. Através do teatro, a literatura ganhou corpo e voz, mostrando como os livros podem sair das estantes e transformar-se em experiências vivas e significativas.

Foi uma forma especial de encerrar o período letivo: com histórias, riso e imaginação, deixando no ar o espírito leve e festivo que antecede o Natal.

A Biblioteca agradece a colaboração da Professora Palmira Martins e o entusiasmo de todos os participantes, desejando a toda a comunidade educativa boas leituras e umas excelentes férias de Natal.


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