• Biblioteca Irene Lisboa

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  • Exterior da Biblioteca Irene Lisboa

  • Edifício Irene Lisboa

 


Na biblioteca escolar recebemos, com muito entusiasmo, as turmas do 2.º ano para um momento de leitura e imaginação em torno da obra O Elefante Cor-de-Rosa, de Luísa Dacosta.

A história transportou-nos para um mundo de fantasia onde vivem elefantes cor-de-rosa e onde a imaginação tem um papel muito especial. À medida que a narrativa avançava, os alunos foram convidados a pensar sobre as emoções do protagonista e sobre as mudanças que acontecem no seu mundo.

Durante a atividade, as crianças partilharam ideias, fizeram previsões sobre o que poderia acontecer na história e refletiram sobre a importância da imaginação e dos sonhos.

No final, cada aluno criou o seu próprio “elefante especial”, dando-lhe cores, formas e características únicas. O resultado foi uma pequena coleção de elefantes muito diferentes entre si, mostrando como a criatividade de cada criança pode dar origem a mundos inesperados e maravilhosos.

Foi um momento de escuta, partilha e criação que reforçou o papel da leitura como espaço de descoberta e de liberdade para imaginar.

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Dia Internacional da Mulher na Biblioteca

No âmbito da comemoração do Dia Internacional da Mulher, a Biblioteca Escolar promoveu uma atividade de reflexão dirigida aos alunos do 2.º e 3.º ciclos.

Partindo de alguns marcos históricos ligados à conquista de direitos das mulheres - entre os quais o gesto pioneiro de Carolina Beatriz Ângelo, que em 1911 se tornou a primeira mulher a votar em Portugal- os alunos foram convidados a pensar sobre o percurso histórico da igualdade entre homens e mulheres.

A atividade foi dinamizada com turmas em contexto de biblioteca e esteve igualmente aberta à participação espontânea dos alunos durante os intervalos.

Como ponto de partida para a reflexão, foi apresentada uma conhecida frase de Simone de Beauvoir:
“Não se nasce mulher: torna-se.”

Os alunos foram desafiados a responder a uma de duas questões: interpretar o significado atual desta afirmação ou descrever uma situação vivida ou observada que evidencie que a igualdade entre mulheres e homens ainda não foi plenamente alcançada.

As respostas, recolhidas em cartões depositados numa caixa à entrada da biblioteca, poderão ser anónimas ou identificadas e serão posteriormente afixadas no espaço da biblioteca.

Com esta iniciativa, a Biblioteca Escolar procurou promover a reflexão, o diálogo e o pensamento crítico sobre a construção da igualdade na sociedade contemporânea.

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 DIA DE SÃO VALENTIM 





A biblioteca recebeu a psicóloga Mafalda Vasconcelos, da ADDIM, no âmbito do projeto Beija-Flor, para dinamizar sessões de sensibilização sobre violência no namoro com turmas dos 7.º, 8.º e 9.º anos.

As sessões abordaram temas variados, com uma forte componente de análise prática de situações do quotidiano associadas a comportamentos de violência, controlo e desrespeito nas relações interpessoais. Através de exemplos concretos, debate orientado e partilha de experiências, os alunos foram convidados a refletir criticamente sobre atitudes e comportamentos, identificando sinais de alerta e estratégias de prevenção.

Os nossos alunos demonstraram já possuir algum conhecimento sobre esta problemática, que foi aprofundado ao longo das sessões, permitindo esclarecer dúvidas, desconstruir mitos e reforçar a importância de relações saudáveis, baseadas no respeito, na comunicação e na igualdade.




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Na Hora do Conto, no 1.º ciclo, explorámos a obra Estranhões & Bizarrocos.. A leitura deu lugar à conversa, à observação atenta das personagens e, sobretudo, à descoberta das diferenças entre estranhões e bizarrocos — distinção que os alunos conseguiram compreender com  clareza e criatividade.

Depois da leitura, seguiu-se a  produção dos próprios seres.  Entre estranhões improváveis e bizarrocos absolutamente originais, os alunos deram largas à imaginação, combinando formas, expressões e características inesperadas. Cada criação refletiu não só a compreensão da obra, mas também a liberdade criativa e o prazer de inventar.

Esta atividade revelou-se um excelente exercício de leitura, interpretação e expressão criativa, reforçando o papel da biblioteca como espaço de descoberta, imaginação e partilha. Os estranhões e bizarrocos continuam agora a habitar a imaginação dos leitores mais novos. 

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Uma manhã de descobertas sobre  media e inteligência artificial

Ontem, a nossa biblioteca recebeu o Sr. Jornalista Manuel Molinos, do Jornal de Notícias, para uma sessão dedicada à literacia mediática. A atividade envolveu alunos, professores e interessados em compreender melhor o universo das notícias, a influência da inteligência artificial e os riscos das fake news.

Durante a sessão, Manuel Molinos explicou de forma clara e acessível como identificar informações falsas, os critérios de credibilidade das notícias e o papel da tecnologia na criação de conteúdos. Os participantes tiveram a oportunidade de refletir sobre como a inteligência artificial pode tanto auxiliar na divulgação de informação confiável como ser usada para manipular dados e notícias.

A atividade despertou curiosidade e motivou perguntas sobre situações do dia a dia em que somos confrontados com informação digital. Foi um momento de aprendizagem prática e crítica, reforçando a importância de desenvolvermos pensamento crítico perante os media.

Agradecemos ao Sr. Jornalista Manuel Molinos pela partilha de conhecimentos e pelo entusiasmo com que conduziu a sessão. Este tipo de iniciativa reforça o compromisso da nossa biblioteca em formar leitores e cidadãos críticos, capazes de navegar de forma consciente no mundo da informação.

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 O Dia Escolar da Não Violência e da Paz


No âmbito das atividades de articulação da biblioteca com a disciplina de educação para a cidadania, a nossa escola recebeu um voluntário da Amnistia Internacional para uma sessão dedicada aos direitos humanos e à violência escolar. 

Falou-se de respeito, de dignidade, de igualdade e do direito de cada pessoa se sentir segura, também dentro da escola. O voluntário soube ouvir, provocar reflexão e criar um espaço de diálogo verdadeiro, onde ninguém teve medo de falar. O ambiente foi descontraído, mas sério no que importava: perceber que pequenas atitudes podem fazer grande diferença na forma como tratamos os outros.

No final, ficou a sensação clara de que a mensagem passou. Os alunos gostaram, sentiram-se envolvidos e saíram da sessão mais atentos ao que significa ser cidadão, respeitar e ser respeitado.


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Webinar da REB sobre a poesia de Camões e as representações femininas que assumem protagonismo nos seus versos.

 

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