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Último dia de aulas antes das férias de Natal

No último dia de aulas antes das férias de Natal, a Biblioteca Escolar, em parceria com a Professora Palmira Martins, apresentou à comunidade educativa uma pequena peça de teatro baseada no texto O Freguês Caloteiro, da obra Robertices, de Luísa Dacosta.

A dramatização trouxe à cena o humor e a vivacidade da escrita da autora, envolvendo alunos e público num momento de partilha, leitura e expressão artística. Através do teatro, a literatura ganhou corpo e voz, mostrando como os livros podem sair das estantes e transformar-se em experiências vivas e significativas.

Foi uma forma especial de encerrar o período letivo: com histórias, riso e imaginação, deixando no ar o espírito leve e festivo que antecede o Natal.

A Biblioteca agradece a colaboração da Professora Palmira Martins e o entusiasmo de todos os participantes, desejando a toda a comunidade educativa boas leituras e umas excelentes férias de Natal.


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2026: um ano para ler mais e melhor!

RBE

por Júlia Martins*


O Natal aproxima-se e, com ele, o habitual balanço de fim de ano: o que fizemos, o que aprendemos, o que ainda gostaríamos de concretizar, o que não conseguimos realizar e continuará nos nossos objetivos a alcançar. 

Nas escolas, este é também um momento especial — um tempo de reencontro com tradições, muitas histórias, memórias, sucessos e a magia das palavras que nos afagaram nos momentos mais tristes ou que nos ajudaram a celebrar alegrias. Nós, professores, cuidadores da palavra, promovemos a leitura e oferecemos aos alunos palavras: palavras doces, aventureiras, entusiasmantes, amáveis, empolgantes, mágicas entre muitas outras, e promovemos a leitura. 

Em 2026, todos nós, professores e professores bibliotecários podemos e deveremos assumir um compromisso conjunto: transformar o novo ano num verdadeiro ano de leitura! De livros, de leitores e de novas formas de descobrir o prazer de ler. Juntos vamos transformar 2026 num ano para ler mais e melhor. 

Ler é construir pensamento crítico, alargar horizontes, ganhar voz, descobrir novas geografias. E, numa época marcada por estímulos rápidos e dispersos, ajudar os alunos a ler mais e melhor é talvez o maior desafio educativo do nosso tempo.

Não é um desafio de uma só pessoa, mas de um movimento conjunto: professores, professores bibliotecários, escolas, famílias e comunidades educativas. Juntos desenharemos programas e projetos de leitura, dinamizaremos atividades e serão criados ambientes propícios ao encontro com os livros. Precisaremos também que muitos de nós se assumam como mediadores de aprendizagem e exemplos de curiosidade intelectual e, ainda, que sejam garantidos espaços, tempos e condições para que a leitura se instale na rotina. Por último, que as famílias reforcem em casa o que a escola semeia, mesmo que nós tenhamos consciência que não é fácil. 

É preciso criar redes, comunidades leitoras, para darmos aos nossos alunos, não apenas competências, mas sobretudo oportunidades: de imaginar, de pensar, de questionar, de crescer.

La Furia de la Lectura – Por qué seguir leyendo

Entre tantas reflexões sobre o gosto de ler, vale a pena destacar La Furia de la Lectura – Por qué seguir leyendo en el siglo XXI, uma obra que destaca, com paixão e lucidez, a importância de continuarmos a ler numa era dominada por ecrãs, notificações e consumos rápidos. A leitura deste livro lembra-nos que a leitura é um ato de resistência.

Resistência à superficialidade.

Resistência à velocidade.

Resistência à perda de profundidade do pensamento.

É urgente colocar a leitura no centro da vida cívica, cultural e emocional.

Este livro é inspirador.

 

 

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Para quem deseja requisitar livros na biblioteca escolar, comprar ou oferecer livros ou para quem quer apenas reencontrar o gosto de folhear páginas, deixamos algumas sugestões que podem iluminar este Natal:

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“Nesta obra absorvente, inteligente e divertida, a reconhecida psicoterapeuta britânica Philippa Perry explica o que é realmente importante e que tipo de comportamentos devemos evitar ou fomentar no relacionamento com os nossos filhos.
Em vez de desenhar o plano "perfeito", Perry oferece-nos uma visão geral de como pais e filhos podem alcançar um bom relacionamento. Cheio de conselhos sábios e saudáveis, este é o livro que todos os pais quererão ler e que todos os filhos agradecerão que os seus pais leiam também.” [sinopse da editora]

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Criar uma Biblioteca não é um manual de instruções, mas sim uma narrativa sobre a curiosidade, a imaginação e a perseverança.

Assim como sobre a necessidade de frequentar lugares onde reina a diversidade e onde os livros estão ao alcance de todos.

Inês Fonseca Santos e André Letria imaginaram um livro sobre o modo como se pode alcançar esse lugar mágico onde os livros se acumulam para que possamos tê-los por perto, mesmo quando alguns tendem a escapar-nos.” [sinopse da responsabilidade da editora]

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O Pai Natal não vive.jpg

“Mais uma vez, Afonso Cruz escreve para provocar os leitores e levá-los a pensar criticamente no que os rodeia.
Com ironia - subtil, mas crua - apresenta uma obra em que texto e ilustrações estão em contradição, dizem coisas diferentes, e isso torna a mensagem ainda mais forte, porque é desconcertante.
Com um Pai Natal – personagem criada pela publicidade para esta quadra – como figura central, esta é uma história para leitores de várias gerações.
Se é verdade que o Natal é uma quadra em que as boas intenções e o espírito de solidariedade e generosidade são veiculados, também é verdade que a profundidade do sentido primordial do Natal tem vindo a dar lugar a uma superficialidade e consumismo que transforma a compra de presentes na adulteração do que deve ser a manifestação de amor ao próximo.
«Uma das muitas coisas que me atraem nos livros de Afonso Cruz é a forma que têm de urdir sombra e luz, levando-nos pela mão pelo que na experiência humana há de inconciliável, intratável ou penoso, sem nos deixar perder de vista a beleza, a poesia e o espanto. “[sinopse da responsabilidade da editora]

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“Nem todos escrevem cartas ao Pai Natal, mas muitas pessoas têm vontade de desabafar com ele... O Pai Natal não estava mesmo nada à espera de receber cartas tão... originais. E é justamente por isso que são tão divertidas de ler. Este livro é um convite para rir, recordar a infância, e perceber que, no fundo, todos temos algo a dizer nesta época do ano.” [sinopse da responsabilidade da editora]

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“Histórias de criaturas mágicas têm sido contadas em todo o mundo há gerações… mas serão estas histórias apenas fantasias ou existe alguma verdade nas lendas de unicórnios e dragões, centauros e grifos? Apresentado como se fosse um caderno de um zoólogo da década de 1920, esta obra com encadernação de luxo (com capa de tecido com relevo em folha dourada), pretende responder a esta questão, revelando o mundo oculto das feras mágicas que vivem entre nós. Nestas páginas os leitores conhecerão mais sobre mitologia e criaturas belas e bizarras de todo o mundo, descobrindo seus hábitos, habitats e as lendas que as rodeiam. Aprenderão sobre a anatomia de um unicórnio, o ciclo de vida de uma fênix, incríveis danças de cortejo de dragões e muito mais neste guia definitivo para criaturas mágicas.

Livro que agradará aos leitores fascinados pela mitologia e universo das criaturas mágicas (aqui apresentado por continentes). Um livro que celebra a fantasia dando-lhe um estatuto de realidade digna dos maiores especialistas.” [sinopse da responsabilidade da editora]

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A História Interminável" é uma singular fantasia épica com todos os requisitos do género: criaturas fantásticas, paisagens exóticas, florestas sombrias, encantamentos, rituais de cavalaria, espadas e amuletos, uma imperatriz Criança e tudo aquilo que possamos imaginar, visto que Fantasia é o próprio mundo da Imaginação. Tudo começa quando Bastian descobre um estranho livro numa não menos estranha livraria e se sente subitamente compelido a roubá-lo como se algo de mágico o estivesse a arrastar para uma perigosa aventura. Uma obra que passou ao grande ecrã como um filme de culto.

"Faz o que quiseres" é a inscrição que consta do símbolo do poder ilimitado de Fantasia. Mas o jovem Bastian, herói desta aventura, só ao fim de uma longa e árdua busca descobre o que essa frase realmente significa.
Eis, muito sumariamente, o tema deste livro admirável que se publica agora em Portugal, confirmando também entre nós a sua extraordinária carreira internacional “ [ sinopse da responsabilidade da editora]

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A semente desacontece para ser planta, a nuvem forma chuva, e a onda, espuma. Mas o que acontece às pessoas quando elas desacontecem? [ sinopse da responsabilidade da editora]

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“Musgo vivia feliz e tranquilo junto dos seus donos, a Janinka e o Mirek, duas crianças brincalhonas que ele adorava. Mas quando começa a Guerra uma bomba destrói a sua casa e começa então uma grande caminhada num mundo até aí desconhecido.
Sozinho, sem abrigo nem rumo, vai ter de enfrentar situações difíceis e perigosas e resistir ao cansaço, fome e medo, Apesar das dificuldades, vive aventuras incríveis, aprende coisas novas e ganha amigos inesperados.
A amizade, a esperança e a coragem vão determinar o seu percurso. Será que ele vai conseguir reencontrar a sua família?
Uma obra premiada, de grande qualidade literária, que agradará a crianças e adultos que embarcarem nesta viagem de perdas e ganhos, boas e más pessoas, separações e reencontros, que é vivida por um cão que resolve contar as suas memórias num relato onde sentimentos e sensações se apresentam misturados.” [sinopse da responsabilidade da editora]

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“Um romance sobre a memória, a relação entre um pai e uma filha, o milagre da vida, uma capela no deserto de onde se vê o mar.
Um homem à beira da morte compra uma igreja abandonada no deserto do Namibe, em Angola, junto a um enorme penhasco de onde se vê o Atlântico. Chama-se Leopoldo G. Borges, e é um geólogo e poeta conhecido e respeitado no seu país. Leopoldo decide transformar os últimos meses da sua vida numa escavação — não de pedras, mas da própria alma.
Durante o seu retiro no silêncio mineral do Namibe, escreve o seu diário, além de poemas, juntando reflexões, memórias, visões e presságios. No subsolo da capela em ruínas, Leopoldo descobre a réplica preservada desta, onde o tempo se dissolve e a morte parece esperar, paciente. Entre esses dois mundos, o poeta procura a filha desaparecida, Gaia, e a si próprio.
Tudo Sobre Deus é uma história sobre a finitude, a memória, a culpa e a redenção; sobre o amor entre um pai e uma filha; sobre a arte de despedir-se e o milagre de permanecer. Um romance iluminado pela luz estonteante do deserto, onde, contaminada pela ficção, a realidade se torna fluída e inconfiável.” [sinopse da responsabilidade da editora]

📷 Imagem criada com ChatGPT

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Hora do Conto,   1º ano.

        A que sabe a Lua?, de Michael Grejniec



As crianças ouviram a história com grande entusiasmo, acompanhando a aventura dos animais que, cheios de curiosidade, tentam descobrir o sabor da lua. Ao longo da leitura houve momentos de participação ativa, com perguntas e predições.

A obra permitiu trabalhar valores como a entreajuda, a cooperação e a persistência, reforçando a importância de cada um no alcance de um objetivo comum.

Para terminar, realizou-se  uma atividade de desenho: cada criança representou, à sua maneira, a lua e os animais da história.  Surgiram ilustrações, coloridas e cheias de imaginação, refletindo o envolvimento e o entusiasmo de todos.



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Hora do Conto: Isto ou Aquilo, de Cecília Meireles

Esta semana, na Biblioteca Escolar, trabalhámos o poema “Isto ou Aquilo”, de Cecília Meireles, com uma turma do 2.º ano. Trata-se de um texto que aborda, de forma simples e poética, a ideia de que a vida é feita de escolhas. Pequenas ou grandes, conscientes ou espontâneas, estamos sempre a escolher — e isso faz parte do crescimento.

A sessão procurou valorizar a escuta, o ritmo e a imaginação, permitindo que cada criança encontrasse no poema algo que reconhecesse no seu dia a dia. Houve espaço para conversar, para rir, para imaginar e para criar — sempre com respeito pelas diferentes formas de sentir e pensar.

No final, os alunos refletiram sobre o que significa escolher: que escolher implica deixar algo de lado, mas também descobrir algo novo; que podemos mudar de opinião; e que ninguém precisa de escolher sempre o mesmo. A poesia abriu portas para falar da autonomia, da liberdade e da própria identidade.

Foi um momento de partilha serena, onde a palavra se fez corpo, gesto e voz.

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 A Estrela que cada um viu





Sob a orientação da professora Ester Ribeiro, este vídeo reúne as leituras feitas pelos alunos após a leitura da obra A Estrela, de Vergílio Ferreira.

Depois de explorar a história e os seus significados, cada aluno imaginou um final diferente — um brilho próprio, uma possibilidade nova, uma continuação sonhada.

Este filme é, assim, um conjunto de vozes, de interpretações e de olhares singulares sobre a mesma narrativa.
Uma celebração da leitura, da imaginação e do poder que cada leitor tem de dar vida às histórias.



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Monstros Literários à Solta na Biblioteca! 

Este ano, o Halloween chegou à biblioteca… e trouxe companhia!

Entre teias de aranha, morcegos pendurados e um painel cheio de figuras assustadoras, os

 alunos são  desafiados a participar no Quiz dos Monstros Literários.

O desafio é  simples : descobrir de que livros vieram criaturas como Drácula,

FrankensteinMúmiao Lobisomem, o Monstro de Grendel, o Golem, o

Fantasma, a Bruxa e a temível criatura de “O Médico e o Monstro”.

Entre  palpites e alguns sustos imaginários, podem  aprender que por trás de cada monstro

 há sempre uma boa história — e muitas vezes, um bocadinho de humanidade também.


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Formação de Utilizadores da Biblioteca

 

Descobrir a Biblioteca: aprender a usar para melhor aproveitar

Ao longo das últimas semanas, todas as turmas do 5.º e 6.º ano participaram nas sessões de Formação de Utilizadores da Biblioteca Escolar, uma iniciativa pensada para que os alunos conheçam melhor este espaço e aprendam a utilizá-lo de forma autónoma e responsável.

Durante a sessão, explorámos a organização da biblioteca, percebendo como os livros estão distribuídos nas estantes e por que motivo não estão colocados ao acaso. Falámos sobre a CDU – Classificação Decimal Universal, sistema que ajuda a identificar os diferentes assuntos e a encontrar rapidamente o que se procura. Os alunos aprenderam também a interpretar as cotas dos livros, uma espécie de “morada” que indica o lugar exato onde cada título vive nas prateleiras.

Além disso, conhecemos o Regulamento da Biblioteca, essencial para garantir que este espaço continua a ser acolhedor, organizado e disponível para todos.

Mais do que uma simples visita, esta formação foi um momento de descoberta e de aprendizagem ativa. Agora, os nossos alunos estão mais preparados para explorar a biblioteca com autonomia, encontrar os livros que desejam e fazer da leitura uma aventura pessoal.



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Concurso de Leitura 24-25

 

Um prémio que celebra o prazer de ler

No dia 8 de outubro, a nossa escola viveu um momento especial com a entrega do Prémio do Concurso de Leitura do ano letivo 2024/2025. Mais do que uma cerimónia, este foi um gesto simbólico que reforça o compromisso da escola em estimular o gosto pela leitura e valorizar os alunos que encontram nos livros um espaço de descoberta, imaginação e conhecimento.

A grande vencedora desta edição foi Helena Silva, aluna do 7.º ano, turma A, cuja dedicação e entusiasmo pela leitura se destacaram ao longo do concurso. Com sensibilidade e empenho, a Helena mostrou que ler é muito mais do que cumprir uma tarefa escolar — é abrir portas para novos mundos e crescer com cada página.

Ao promover iniciativas como esta, a escola reafirma a importância da leitura como instrumento de liberdade, criatividade e crescimento pessoal. Parabéns à Helena e a todos os participantes que, com o seu exemplo, ajudam a criar uma verdadeira comunidade de leitores.











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Dia Mundial da Música

 

🎼 Dia Mundial da Música – Celebrar o som que nos une

No dia 1 de outubro, a nossa escola assinalou o Dia Mundial da Música, uma data que nos convida a reconhecer a música como uma forma universal de expressão e união entre os povos. Esta comemoração foi criada em 1975 pelo Conselho Internacional de Música, por iniciativa do maestro e violinista Yehudi Menuhin, com a intenção de promover a paz, o diálogo e a partilha através da arte sonora.

Ao longo da sessão, viajámos pela história da música, descobrindo que ela está presente em todas as culturas e momentos da Humanidade — desde os primeiros instrumentos feitos de osso e madeira, passando pelas liras e flautas da Grécia Antiga, até aos grandes coros da Idade Média e à evolução da escrita musical iniciada por Guido D’Arezzo. Percebemos ainda como, com o tempo, a música se organizou em diferentes estilos e períodos, do Barroco ao Romantismo, e como o século XX abriu caminho para novas sonoridades, da música eletrónica ao cruzamento de géneros.

Falámos também sobre a música no cinema, as bandas sonoras que dão vida às imagens, os grandes festivais musicais do mundo e a forma como a música digital transformou a forma de ouvir, criar e partilhar canções. Descobrimos instrumentos únicos de diferentes países — do djembé africano ao sitar indiano — e géneros que marcaram identidades, como o samba brasileiro, o jazz norte-americano ou o rock europeu, com bandas lendárias como os Beatles.

Em Portugal, celebrámos o nosso património musical, do Fado ao Cante Alentejano, reconhecidos pela UNESCO, e recordámos a força da música popular e dos artistas contemporâneos que continuam a escrever a nossa história sonora.

Mais do que um conjunto de sons, a música é emoção, memória, criatividade e encontro. Ela faz parte do nosso dia a dia, faz-nos dançar, pensar, chorar, sorrir… e, sobretudo, aproxima-nos.

“A música fala a língua que todos entendem.”
Que ela continue a ser um ponto de encontro entre nós.


 


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Biblioteca Escolar: um espaço de bem-estar, conhecimento e cidadania

 


Em 2025-2026, as bibliotecas escolares dão continuidade ao percurso iniciado em 2024-2025,

 consolidando-se como espaços seguros, inclusivos e inovadores, dedicados à aprendizagem e à cidadania.

 Num contexto marcado pela aceleração tecnológica, pelos desafios sociais e ambientais e pela urgência de

 promover o bem-estar, a Rede de Bibliotecas Escolares reforça o trabalho desenvolvido e estabelece

 quatro áreas prioritárias de ação: 

 Leitura, escrita e oralidade – para aprender, comunicar e participar  ativamente ;

 Média e informação – para enfrentar com espírito crítico os desafios do digital ;

 Humanismo e interculturalidade – para cultivar a empatia, o respeito e a paz  – para garantir

 eficácia, acessibilidade e inovação .

 Tudo isto sob um lema que continua a orientar a ação: Conhecer & conviver — biblioteca, espaço de 

 bem-estar. 

 Fonte: Rede de Bibliotecas Escolares

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Nesta  Semana da Leitura privilegiámos as  leituras encenadas na nossa biblioteca

Os alunos,  com sua interpretação, capturaram a essência das histórias e transportaram-nos  para o mundo dos livros, tornando a  descoberta desse mundo  uma vivência lúdica e emocionante,  onde cada palavra se torna um gesto, cada personagem ganha vida, e a história se torna uma memória compartilhada.


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No âmbito da Semana da Leitura e da celebração do Dia do Agrupamento, a biblioteca organizou uma exposição alusiva à construção do edifício da Escola Básica Irene Lisboa, inaugurada em 2000. 

Através das fotografias expostas, é possível ter uma perceção do espaço circundante antes da construção deste edifício e compreender a importância da comunidade escolar na concretização deste projeto, com destaque para as professoras  Ana Alves, Augusta Reis, Flora Azevedo e Clara Canijo, representante da Associação de Pais. 

Na época, a escola estava sedeada na Rua do Breyner, e a necessidade de um novo espaço refletia o crescimento da comunidade educativa assim como  o desejo de melhores condições tanto para alunos como para  professores e funcionários.

A exposição convida os visitantes a uma viagem pelo tempo, destacando não apenas a evolução arquitetónica, mas também o envolvimento e a dedicação de todos os que contribuíram para a concretização deste importante marco para o ensino.

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Os alunos de uma turma de  6 ano participaram na atividade "Porto de Palavras", dinamizada na Biblioteca de Autores Portuenses. O objetivo foi promover a escuta ativa, a interpretação e a criatividade a partir de uma canção  de Capicua.

A atividade iniciou-se com um exercício de  escuta ativa, durante a qual  os alunos  prestaram atenção às palavras, ritmos e significados. Em seguida, foram-lhes propostos exercícios de expressão plástica  e textual  inspirados na letra da canção.

As crianças demonstraram grande envolvimento,  revelando um olhar curioso sobre a língua,  a musicalidade das palavras. 

Igualmente proveitoso foi o tempo  que certos alunos mais eficientes  dedicaram a descoberta do acervo desta nova e maravilhosa biblioteca. 


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A biblioteca  levou a tradição do teatro de fantoches à sala de aula .  A atividade permitiu que os alunos de 3º ano  mergulhassem na história de forma dinâmica, combinando a escuta atenta com a participação ativa.

Com expressividade e entusiasmo, as personagens foram ganhando voz e movimento, transportando os pequenos ouvintes para um universo de fantasia e aventura. Entre risos e olhares curiosos, os alunos exploraram  os ritmos e as emoções presentes no texto, estimulando a imaginação e o gosto pela narrativa oral.

A leitura encenada revelou-se um momento de descoberta e envolvimento, aproximando as crianças da riqueza do teatro popular e do poder das palavras.

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 Semana da Leitura: Uma Viagem pelo Mundo das Palavras

A leitura tem o poder de nos transportar para novos mundos, despertar emoções e expandir horizontes. Para celebrar esse universo mágico, a biblioteca  anuncia a  Semana da Leitura, um evento dedicado ao prazer de ler e à partilha de saberes, experiências. .

Durante esta semana especial, os alunos terão a oportunidade de participar em atividades de treino de leitura, desenvolvendo a fluência, a entonação e a compreensão em voz alta.

O ponto alto da Semana da Leitura será a apresentação de leituras encenadas, onde os participantes poderão dar vida às palavras e às personagens dos textos escolhidos. Esta será uma experiência enriquecedora, tanto para os leitores quanto para o público, que poderá desfrutar de interpretações imprevistas e divertidas. 


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Celebração do Dia da Francofonia e da Poesia em Francês

Hoje, a nossa biblioteca transformou-se num espaço de celebração da língua e cultura francesas! 

Assinalámos não só o Dia da Francofonia, mas também o Dia da Poesia em Francês, destacando a importância da França e dos países francófonos no panorama linguístico e cultural mundial.

Os alunos participaram ativamente em diversas atividades, começando por apresentações orais sobre países francófonos, onde exploraram a diversidade cultural e geográfica destes territórios. Depois, embarcaram num desafio criativo: a reorganização de poemas em francês, exercitando a sensibilidade poética e o domínio da língua.

Foi um dia enriquecedor, onde a língua francesa brilhou não só como meio de comunicação, mas também como expressão de arte e identidade. Momentos como este reforçam a importância do multilinguismo e do intercâmbio cultural na formação dos nossos alunos.

Merci à tous pour cette belle célébration !

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Ao longo da semana passada e desta, a biblioteca convidou os  5º e 6º anos a celebrar o Dia Mundial da Poesia.  Os alunos exploraram diferentes combinações sonoras , recriaram e leram, em voz alta, pequenos poemas  de vários autores, alusivos  a  vários temas, com destaque para Luís de Camões. 

Assim, a biblioteca pretendeu incentivar os mais novos  a descobrir o prazer de brincar com as palavras, descobrir a musicalidade da língua  e a valorizar a riqueza da literatura portuguesa.



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Há 500 anos nasceu aquele que moldaria a língua portuguesa com versos que ecoam pela eternidade.

 Hoje, entre palavras de Camões e o canto de José Mário Branco, reencontrámos o poder da arte de nos

 ligar ao que é humano, imutável e universal. Mudam-se os tempos, mudam-se as vontades, mas a 

essência das palavras que nos tocam permanece.







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