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Concurso de Ilustração – “A Fada Oriana”

No âmbito da Semana da Leitura, realizou-se na escola um concurso de ilustração inspirado na obra A Fada Oriana, no qual os alunos foram convidados a dar forma, através do desenho, ao universo mágico criado pela autora.

A votação decorreu a nível de escola, tendo sido realizada pelos próprios alunos, que escolheram, de forma participada, a ilustração vencedora.

É com grande satisfação que anunciamos que o vencedor do concurso foi o aluno Lucas Camanà.

O prémio atribuído consistiu na entrega de um diploma de participação e de um livro, como reconhecimento pelo seu trabalho e criatividade.

Parabéns ao vencedor e a todos os alunos que participaram, pelo empenho e pela qualidade das suas ilustrações, que enriqueceram esta celebração da leitura na nossa escola.











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 DIA MUNDIAL DA POESIA 





A poesia desceu do teto: uma celebração viva na biblioteca

No âmbito da comemoração do Dia Mundial da Poesia, a biblioteca escolar transformou-se num espaço suspenso entre palavras e emoções, num convite subtil à contemplação e à criação.

Em articulação com a disciplina de Português, os alunos foram desafiados a dar corpo à palavra poética - e a resposta revelou-se tão criativa quanto sensível. Do teto da biblioteca desceram fios de poemas, como se a poesia tivesse decidido habitar o espaço físico, tornando-se quase palpável. Cada folha, cuidadosamente ilustrada, transportava não apenas versos, mas também marcas de identidade, de humor, de inquietação e de descoberta.

Os textos expostos revelam um olhar atento sobre o mundo e sobre si próprios, cruzando linguagem verbal e expressão visual. Óculos desenhados, flores coloridas, pequenos detalhes gráficos - tudo contribui para uma leitura que se faz com os olhos e com o sentir.

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Semana da Leitura – Participação, Criatividade e Humor

Durante esta Semana da Leitura, a Biblioteca Escolar foi palco de várias atividades que envolveram os alunos de forma divertida e educativa.

No Tribunal Literário, os alunos assumirão  o papel de juízes, avaliando personagens e decisões das histórias que conhecem, enquanto em Frases e Opiniões sobre os Livros, poderão partilhar pensamentos, sentimentos e reflexões que as obras lhes tenham despertado. 

Entre todas as atividades, o Roast Literário foi  a que suscitou maior entusiasmo, com alunos a escreverem comentários criativos e bem-humorados sobre personagens das histórias. A participação tem  revelado não só conhecimento dos textos, mas também muita imaginação e sentido de humor.

A Biblioteca Escolar agradece a todos os alunos pela energia, criatividade e envolvimento nesta Semana da Leitura – cada post-it, cada comentário e cada opinião são uma prova de que a leitura continua a inspirar e a unir.


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SEMANA DA LEITURA 



Concurso de Ilustração – “A Fada Oriana”

A nossa biblioteca foi invadida por cores, traços e muita imaginação! 

A disciplina de Educação Visual, em colaboração com Português e com o apoio da Biblioteca Escolar, lançou um desafio mágico aos nossos alunos: ilustrar momentos e personagens de A Fada Oriana

O resultado? Uma explosão de talento e criatividade que encheu este placard de pequenas obras de arte.

Agora é só esperar…Que  ilustração será distinguida a nível da escola? 

A expectativa mantém-se, mas enquanto isso, todos os trabalhos já são motivo de orgulho. Cada desenho conta uma história, cada traço revela paixão pela leitura e pela arte.

Parabéns a todos os participantes – a magia da Fada Oriana vive nas vossas mãos. 

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Na biblioteca escolar recebemos, com muito entusiasmo, as turmas do 2.º ano para um momento de leitura e imaginação em torno da obra O Elefante Cor-de-Rosa, de Luísa Dacosta.

A história transportou-nos para um mundo de fantasia onde vivem elefantes cor-de-rosa e onde a imaginação tem um papel muito especial. À medida que a narrativa avançava, os alunos foram convidados a pensar sobre as emoções do protagonista e sobre as mudanças que acontecem no seu mundo.

Durante a atividade, as crianças partilharam ideias, fizeram previsões sobre o que poderia acontecer na história e refletiram sobre a importância da imaginação e dos sonhos.

No final, cada aluno criou o seu próprio “elefante especial”, dando-lhe cores, formas e características únicas. O resultado foi uma pequena coleção de elefantes muito diferentes entre si, mostrando como a criatividade de cada criança pode dar origem a mundos inesperados e maravilhosos.

Foi um momento de escuta, partilha e criação que reforçou o papel da leitura como espaço de descoberta e de liberdade para imaginar.

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Dia Internacional da Mulher na Biblioteca

No âmbito da comemoração do Dia Internacional da Mulher, a Biblioteca Escolar promoveu uma atividade de reflexão dirigida aos alunos do 2.º e 3.º ciclos.

Partindo de alguns marcos históricos ligados à conquista de direitos das mulheres - entre os quais o gesto pioneiro de Carolina Beatriz Ângelo, que em 1911 se tornou a primeira mulher a votar em Portugal- os alunos foram convidados a pensar sobre o percurso histórico da igualdade entre homens e mulheres.

A atividade foi dinamizada com turmas em contexto de biblioteca e esteve igualmente aberta à participação espontânea dos alunos durante os intervalos.

Como ponto de partida para a reflexão, foi apresentada uma conhecida frase de Simone de Beauvoir:
“Não se nasce mulher: torna-se.”

Os alunos foram desafiados a responder a uma de duas questões: interpretar o significado atual desta afirmação ou descrever uma situação vivida ou observada que evidencie que a igualdade entre mulheres e homens ainda não foi plenamente alcançada.

As respostas, recolhidas em cartões depositados numa caixa à entrada da biblioteca, poderão ser anónimas ou identificadas e serão posteriormente afixadas no espaço da biblioteca.

Com esta iniciativa, a Biblioteca Escolar procurou promover a reflexão, o diálogo e o pensamento crítico sobre a construção da igualdade na sociedade contemporânea.

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 DIA DE SÃO VALENTIM 





A biblioteca recebeu a psicóloga Mafalda Vasconcelos, da ADDIM, no âmbito do projeto Beija-Flor, para dinamizar sessões de sensibilização sobre violência no namoro com turmas dos 7.º, 8.º e 9.º anos.

As sessões abordaram temas variados, com uma forte componente de análise prática de situações do quotidiano associadas a comportamentos de violência, controlo e desrespeito nas relações interpessoais. Através de exemplos concretos, debate orientado e partilha de experiências, os alunos foram convidados a refletir criticamente sobre atitudes e comportamentos, identificando sinais de alerta e estratégias de prevenção.

Os nossos alunos demonstraram já possuir algum conhecimento sobre esta problemática, que foi aprofundado ao longo das sessões, permitindo esclarecer dúvidas, desconstruir mitos e reforçar a importância de relações saudáveis, baseadas no respeito, na comunicação e na igualdade.




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Na Hora do Conto, no 1.º ciclo, explorámos a obra Estranhões & Bizarrocos.. A leitura deu lugar à conversa, à observação atenta das personagens e, sobretudo, à descoberta das diferenças entre estranhões e bizarrocos — distinção que os alunos conseguiram compreender com  clareza e criatividade.

Depois da leitura, seguiu-se a  produção dos próprios seres.  Entre estranhões improváveis e bizarrocos absolutamente originais, os alunos deram largas à imaginação, combinando formas, expressões e características inesperadas. Cada criação refletiu não só a compreensão da obra, mas também a liberdade criativa e o prazer de inventar.

Esta atividade revelou-se um excelente exercício de leitura, interpretação e expressão criativa, reforçando o papel da biblioteca como espaço de descoberta, imaginação e partilha. Os estranhões e bizarrocos continuam agora a habitar a imaginação dos leitores mais novos. 

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Uma manhã de descobertas sobre  media e inteligência artificial

Ontem, a nossa biblioteca recebeu o Sr. Jornalista Manuel Molinos, do Jornal de Notícias, para uma sessão dedicada à literacia mediática. A atividade envolveu alunos, professores e interessados em compreender melhor o universo das notícias, a influência da inteligência artificial e os riscos das fake news.

Durante a sessão, Manuel Molinos explicou de forma clara e acessível como identificar informações falsas, os critérios de credibilidade das notícias e o papel da tecnologia na criação de conteúdos. Os participantes tiveram a oportunidade de refletir sobre como a inteligência artificial pode tanto auxiliar na divulgação de informação confiável como ser usada para manipular dados e notícias.

A atividade despertou curiosidade e motivou perguntas sobre situações do dia a dia em que somos confrontados com informação digital. Foi um momento de aprendizagem prática e crítica, reforçando a importância de desenvolvermos pensamento crítico perante os media.

Agradecemos ao Sr. Jornalista Manuel Molinos pela partilha de conhecimentos e pelo entusiasmo com que conduziu a sessão. Este tipo de iniciativa reforça o compromisso da nossa biblioteca em formar leitores e cidadãos críticos, capazes de navegar de forma consciente no mundo da informação.

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 O Dia Escolar da Não Violência e da Paz


No âmbito das atividades de articulação da biblioteca com a disciplina de educação para a cidadania, a nossa escola recebeu um voluntário da Amnistia Internacional para uma sessão dedicada aos direitos humanos e à violência escolar. 

Falou-se de respeito, de dignidade, de igualdade e do direito de cada pessoa se sentir segura, também dentro da escola. O voluntário soube ouvir, provocar reflexão e criar um espaço de diálogo verdadeiro, onde ninguém teve medo de falar. O ambiente foi descontraído, mas sério no que importava: perceber que pequenas atitudes podem fazer grande diferença na forma como tratamos os outros.

No final, ficou a sensação clara de que a mensagem passou. Os alunos gostaram, sentiram-se envolvidos e saíram da sessão mais atentos ao que significa ser cidadão, respeitar e ser respeitado.


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Webinar da REB sobre a poesia de Camões e as representações femininas que assumem protagonismo nos seus versos.

 

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Se leste Ulisses…, talvez gostes de…

No 2.º período e  no âmbito da planificação de Português, os alunos de 6º ano  trabalharam a obra Ulisses e os temas da aventura, da viagem e do herói. A Biblioteca Escolar associou-se a este percurso com a atividade “Se leste Ulisses…, talvez gostes de…”, pensada não para repetir a aula de Português, mas para prolongar a leitura no espaço da biblioteca.

Depois da leitura orientada em sala de aula, os alunos vieram à Biblioteca para descobrir outros livros que dialogam com o universo de Ulisses: histórias de viagens, desafios, heróis, fantasia e crescimento. A partir do fundo documental existente, cada aluno  escolheu um livro e preencheu um cartão de recomendação, completando a frase:

“Este livro pode interessar a quem gostou de Ulisses porque…”

Os cartões foram colocados nos próprios livros, transformando os alunos em mediadores de leitura: leitores que falam para outros leitores.

Esta atividade articula-se diretamente com a planificação de Português, ao partir da obra estudada, mas assume uma identidade clara de Biblioteca pois promove a escolha autónoma, a circulação de livros, a recomendação entre pares e a relação afetiva com o acervo.

Finalmente, esta atividade está  em plena consonância com o Referencial Aprender com a Biblioteca Escolar, ao trabalhar:

  • literacia da leitura, através da escolha informada e do contacto direto com os livros;

  • A criação de comunidades de leitores, onde os alunos partilham gostos e sugestões;

  • A Biblioteca como espaço de descoberta, fruição e autonomia.

Mais do que “trabalhar” um livro, a ideia foi simples: mostrar que, quando uma história nos marca, ela pode ser o início de muitas outras.

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Direitos das Crianças: ler o mundo para o compreender

Com as turmas do 9.º ano, a Biblioteca Escolar associou-se à disciplina de Cidadania e Desenvolvimento para dar voz a realidades que, embora distantes geograficamente, dizem respeito a todos nós: os atentados aos direitos das crianças em diferentes partes do mundo.

A partir de temas como o casamento precoce, as crianças-soldado, a mutilação genital feminina ou o trabalho infantil, os alunos foram convidados a investigar países e contextos onde estes direitos continuam a ser negados. Leram, pesquisaram, questionaram e refletiram.

Planificada segundo o referencial Aprender com a Biblioteca Escolar, a atividade colocou a leitura no centro da aprendizagem: ler para compreender, para interpretar a informação e para construir uma visão crítica sobre o mundo.

Entre dados, histórias reais e debate, ficou claro que a leitura também é um ato de cidadania. A Biblioteca Escolar reafirma-se, assim, como um espaço onde se aprende a pensar, a sentir e a agir de forma mais consciente e solidária.

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Último dia de aulas antes das férias de Natal

No último dia de aulas antes das férias de Natal, a Biblioteca Escolar, em parceria com a Professora Palmira Martins, apresentou à comunidade educativa uma pequena peça de teatro baseada no texto O Freguês Caloteiro, da obra Robertices, de Luísa Dacosta.

A dramatização trouxe à cena o humor e a vivacidade da escrita da autora, envolvendo alunos e público num momento de partilha, leitura e expressão artística. Através do teatro, a literatura ganhou corpo e voz, mostrando como os livros podem sair das estantes e transformar-se em experiências vivas e significativas.

Foi uma forma especial de encerrar o período letivo: com histórias, riso e imaginação, deixando no ar o espírito leve e festivo que antecede o Natal.

A Biblioteca agradece a colaboração da Professora Palmira Martins e o entusiasmo de todos os participantes, desejando a toda a comunidade educativa boas leituras e umas excelentes férias de Natal.


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2026: um ano para ler mais e melhor!

RBE

por Júlia Martins*


O Natal aproxima-se e, com ele, o habitual balanço de fim de ano: o que fizemos, o que aprendemos, o que ainda gostaríamos de concretizar, o que não conseguimos realizar e continuará nos nossos objetivos a alcançar. 

Nas escolas, este é também um momento especial — um tempo de reencontro com tradições, muitas histórias, memórias, sucessos e a magia das palavras que nos afagaram nos momentos mais tristes ou que nos ajudaram a celebrar alegrias. Nós, professores, cuidadores da palavra, promovemos a leitura e oferecemos aos alunos palavras: palavras doces, aventureiras, entusiasmantes, amáveis, empolgantes, mágicas entre muitas outras, e promovemos a leitura. 

Em 2026, todos nós, professores e professores bibliotecários podemos e deveremos assumir um compromisso conjunto: transformar o novo ano num verdadeiro ano de leitura! De livros, de leitores e de novas formas de descobrir o prazer de ler. Juntos vamos transformar 2026 num ano para ler mais e melhor. 

Ler é construir pensamento crítico, alargar horizontes, ganhar voz, descobrir novas geografias. E, numa época marcada por estímulos rápidos e dispersos, ajudar os alunos a ler mais e melhor é talvez o maior desafio educativo do nosso tempo.

Não é um desafio de uma só pessoa, mas de um movimento conjunto: professores, professores bibliotecários, escolas, famílias e comunidades educativas. Juntos desenharemos programas e projetos de leitura, dinamizaremos atividades e serão criados ambientes propícios ao encontro com os livros. Precisaremos também que muitos de nós se assumam como mediadores de aprendizagem e exemplos de curiosidade intelectual e, ainda, que sejam garantidos espaços, tempos e condições para que a leitura se instale na rotina. Por último, que as famílias reforcem em casa o que a escola semeia, mesmo que nós tenhamos consciência que não é fácil. 

É preciso criar redes, comunidades leitoras, para darmos aos nossos alunos, não apenas competências, mas sobretudo oportunidades: de imaginar, de pensar, de questionar, de crescer.

La Furia de la Lectura – Por qué seguir leyendo

Entre tantas reflexões sobre o gosto de ler, vale a pena destacar La Furia de la Lectura – Por qué seguir leyendo en el siglo XXI, uma obra que destaca, com paixão e lucidez, a importância de continuarmos a ler numa era dominada por ecrãs, notificações e consumos rápidos. A leitura deste livro lembra-nos que a leitura é um ato de resistência.

Resistência à superficialidade.

Resistência à velocidade.

Resistência à perda de profundidade do pensamento.

É urgente colocar a leitura no centro da vida cívica, cultural e emocional.

Este livro é inspirador.

 

 

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Para quem deseja requisitar livros na biblioteca escolar, comprar ou oferecer livros ou para quem quer apenas reencontrar o gosto de folhear páginas, deixamos algumas sugestões que podem iluminar este Natal:

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“Nesta obra absorvente, inteligente e divertida, a reconhecida psicoterapeuta britânica Philippa Perry explica o que é realmente importante e que tipo de comportamentos devemos evitar ou fomentar no relacionamento com os nossos filhos.
Em vez de desenhar o plano "perfeito", Perry oferece-nos uma visão geral de como pais e filhos podem alcançar um bom relacionamento. Cheio de conselhos sábios e saudáveis, este é o livro que todos os pais quererão ler e que todos os filhos agradecerão que os seus pais leiam também.” [sinopse da editora]

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Criar uma Biblioteca não é um manual de instruções, mas sim uma narrativa sobre a curiosidade, a imaginação e a perseverança.

Assim como sobre a necessidade de frequentar lugares onde reina a diversidade e onde os livros estão ao alcance de todos.

Inês Fonseca Santos e André Letria imaginaram um livro sobre o modo como se pode alcançar esse lugar mágico onde os livros se acumulam para que possamos tê-los por perto, mesmo quando alguns tendem a escapar-nos.” [sinopse da responsabilidade da editora]

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“Mais uma vez, Afonso Cruz escreve para provocar os leitores e levá-los a pensar criticamente no que os rodeia.
Com ironia - subtil, mas crua - apresenta uma obra em que texto e ilustrações estão em contradição, dizem coisas diferentes, e isso torna a mensagem ainda mais forte, porque é desconcertante.
Com um Pai Natal – personagem criada pela publicidade para esta quadra – como figura central, esta é uma história para leitores de várias gerações.
Se é verdade que o Natal é uma quadra em que as boas intenções e o espírito de solidariedade e generosidade são veiculados, também é verdade que a profundidade do sentido primordial do Natal tem vindo a dar lugar a uma superficialidade e consumismo que transforma a compra de presentes na adulteração do que deve ser a manifestação de amor ao próximo.
«Uma das muitas coisas que me atraem nos livros de Afonso Cruz é a forma que têm de urdir sombra e luz, levando-nos pela mão pelo que na experiência humana há de inconciliável, intratável ou penoso, sem nos deixar perder de vista a beleza, a poesia e o espanto. “[sinopse da responsabilidade da editora]

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“Nem todos escrevem cartas ao Pai Natal, mas muitas pessoas têm vontade de desabafar com ele... O Pai Natal não estava mesmo nada à espera de receber cartas tão... originais. E é justamente por isso que são tão divertidas de ler. Este livro é um convite para rir, recordar a infância, e perceber que, no fundo, todos temos algo a dizer nesta época do ano.” [sinopse da responsabilidade da editora]

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“Histórias de criaturas mágicas têm sido contadas em todo o mundo há gerações… mas serão estas histórias apenas fantasias ou existe alguma verdade nas lendas de unicórnios e dragões, centauros e grifos? Apresentado como se fosse um caderno de um zoólogo da década de 1920, esta obra com encadernação de luxo (com capa de tecido com relevo em folha dourada), pretende responder a esta questão, revelando o mundo oculto das feras mágicas que vivem entre nós. Nestas páginas os leitores conhecerão mais sobre mitologia e criaturas belas e bizarras de todo o mundo, descobrindo seus hábitos, habitats e as lendas que as rodeiam. Aprenderão sobre a anatomia de um unicórnio, o ciclo de vida de uma fênix, incríveis danças de cortejo de dragões e muito mais neste guia definitivo para criaturas mágicas.

Livro que agradará aos leitores fascinados pela mitologia e universo das criaturas mágicas (aqui apresentado por continentes). Um livro que celebra a fantasia dando-lhe um estatuto de realidade digna dos maiores especialistas.” [sinopse da responsabilidade da editora]

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A História Interminável" é uma singular fantasia épica com todos os requisitos do género: criaturas fantásticas, paisagens exóticas, florestas sombrias, encantamentos, rituais de cavalaria, espadas e amuletos, uma imperatriz Criança e tudo aquilo que possamos imaginar, visto que Fantasia é o próprio mundo da Imaginação. Tudo começa quando Bastian descobre um estranho livro numa não menos estranha livraria e se sente subitamente compelido a roubá-lo como se algo de mágico o estivesse a arrastar para uma perigosa aventura. Uma obra que passou ao grande ecrã como um filme de culto.

"Faz o que quiseres" é a inscrição que consta do símbolo do poder ilimitado de Fantasia. Mas o jovem Bastian, herói desta aventura, só ao fim de uma longa e árdua busca descobre o que essa frase realmente significa.
Eis, muito sumariamente, o tema deste livro admirável que se publica agora em Portugal, confirmando também entre nós a sua extraordinária carreira internacional “ [ sinopse da responsabilidade da editora]

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A semente desacontece para ser planta, a nuvem forma chuva, e a onda, espuma. Mas o que acontece às pessoas quando elas desacontecem? [ sinopse da responsabilidade da editora]

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“Musgo vivia feliz e tranquilo junto dos seus donos, a Janinka e o Mirek, duas crianças brincalhonas que ele adorava. Mas quando começa a Guerra uma bomba destrói a sua casa e começa então uma grande caminhada num mundo até aí desconhecido.
Sozinho, sem abrigo nem rumo, vai ter de enfrentar situações difíceis e perigosas e resistir ao cansaço, fome e medo, Apesar das dificuldades, vive aventuras incríveis, aprende coisas novas e ganha amigos inesperados.
A amizade, a esperança e a coragem vão determinar o seu percurso. Será que ele vai conseguir reencontrar a sua família?
Uma obra premiada, de grande qualidade literária, que agradará a crianças e adultos que embarcarem nesta viagem de perdas e ganhos, boas e más pessoas, separações e reencontros, que é vivida por um cão que resolve contar as suas memórias num relato onde sentimentos e sensações se apresentam misturados.” [sinopse da responsabilidade da editora]

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“Um romance sobre a memória, a relação entre um pai e uma filha, o milagre da vida, uma capela no deserto de onde se vê o mar.
Um homem à beira da morte compra uma igreja abandonada no deserto do Namibe, em Angola, junto a um enorme penhasco de onde se vê o Atlântico. Chama-se Leopoldo G. Borges, e é um geólogo e poeta conhecido e respeitado no seu país. Leopoldo decide transformar os últimos meses da sua vida numa escavação — não de pedras, mas da própria alma.
Durante o seu retiro no silêncio mineral do Namibe, escreve o seu diário, além de poemas, juntando reflexões, memórias, visões e presságios. No subsolo da capela em ruínas, Leopoldo descobre a réplica preservada desta, onde o tempo se dissolve e a morte parece esperar, paciente. Entre esses dois mundos, o poeta procura a filha desaparecida, Gaia, e a si próprio.
Tudo Sobre Deus é uma história sobre a finitude, a memória, a culpa e a redenção; sobre o amor entre um pai e uma filha; sobre a arte de despedir-se e o milagre de permanecer. Um romance iluminado pela luz estonteante do deserto, onde, contaminada pela ficção, a realidade se torna fluída e inconfiável.” [sinopse da responsabilidade da editora]

📷 Imagem criada com ChatGPT

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Hora do Conto,   1º ano.

        A que sabe a Lua?, de Michael Grejniec



As crianças ouviram a história com grande entusiasmo, acompanhando a aventura dos animais que, cheios de curiosidade, tentam descobrir o sabor da lua. Ao longo da leitura houve momentos de participação ativa, com perguntas e predições.

A obra permitiu trabalhar valores como a entreajuda, a cooperação e a persistência, reforçando a importância de cada um no alcance de um objetivo comum.

Para terminar, realizou-se  uma atividade de desenho: cada criança representou, à sua maneira, a lua e os animais da história.  Surgiram ilustrações, coloridas e cheias de imaginação, refletindo o envolvimento e o entusiasmo de todos.



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Hora do Conto: Isto ou Aquilo, de Cecília Meireles

Esta semana, na Biblioteca Escolar, trabalhámos o poema “Isto ou Aquilo”, de Cecília Meireles, com uma turma do 2.º ano. Trata-se de um texto que aborda, de forma simples e poética, a ideia de que a vida é feita de escolhas. Pequenas ou grandes, conscientes ou espontâneas, estamos sempre a escolher — e isso faz parte do crescimento.

A sessão procurou valorizar a escuta, o ritmo e a imaginação, permitindo que cada criança encontrasse no poema algo que reconhecesse no seu dia a dia. Houve espaço para conversar, para rir, para imaginar e para criar — sempre com respeito pelas diferentes formas de sentir e pensar.

No final, os alunos refletiram sobre o que significa escolher: que escolher implica deixar algo de lado, mas também descobrir algo novo; que podemos mudar de opinião; e que ninguém precisa de escolher sempre o mesmo. A poesia abriu portas para falar da autonomia, da liberdade e da própria identidade.

Foi um momento de partilha serena, onde a palavra se fez corpo, gesto e voz.

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 A Estrela que cada um viu





Sob a orientação da professora Ester Ribeiro, este vídeo reúne as leituras feitas pelos alunos após a leitura da obra A Estrela, de Vergílio Ferreira.

Depois de explorar a história e os seus significados, cada aluno imaginou um final diferente — um brilho próprio, uma possibilidade nova, uma continuação sonhada.

Este filme é, assim, um conjunto de vozes, de interpretações e de olhares singulares sobre a mesma narrativa.
Uma celebração da leitura, da imaginação e do poder que cada leitor tem de dar vida às histórias.



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Monstros Literários à Solta na Biblioteca! 

Este ano, o Halloween chegou à biblioteca… e trouxe companhia!

Entre teias de aranha, morcegos pendurados e um painel cheio de figuras assustadoras, os

 alunos são  desafiados a participar no Quiz dos Monstros Literários.

O desafio é  simples : descobrir de que livros vieram criaturas como Drácula,

FrankensteinMúmiao Lobisomem, o Monstro de Grendel, o Golem, o

Fantasma, a Bruxa e a temível criatura de “O Médico e o Monstro”.

Entre  palpites e alguns sustos imaginários, podem  aprender que por trás de cada monstro

 há sempre uma boa história — e muitas vezes, um bocadinho de humanidade também.


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Formação de Utilizadores da Biblioteca

 

Descobrir a Biblioteca: aprender a usar para melhor aproveitar

Ao longo das últimas semanas, todas as turmas do 5.º e 6.º ano participaram nas sessões de Formação de Utilizadores da Biblioteca Escolar, uma iniciativa pensada para que os alunos conheçam melhor este espaço e aprendam a utilizá-lo de forma autónoma e responsável.

Durante a sessão, explorámos a organização da biblioteca, percebendo como os livros estão distribuídos nas estantes e por que motivo não estão colocados ao acaso. Falámos sobre a CDU – Classificação Decimal Universal, sistema que ajuda a identificar os diferentes assuntos e a encontrar rapidamente o que se procura. Os alunos aprenderam também a interpretar as cotas dos livros, uma espécie de “morada” que indica o lugar exato onde cada título vive nas prateleiras.

Além disso, conhecemos o Regulamento da Biblioteca, essencial para garantir que este espaço continua a ser acolhedor, organizado e disponível para todos.

Mais do que uma simples visita, esta formação foi um momento de descoberta e de aprendizagem ativa. Agora, os nossos alunos estão mais preparados para explorar a biblioteca com autonomia, encontrar os livros que desejam e fazer da leitura uma aventura pessoal.



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